terça-feira, 23 de novembro de 2010
Corta-mato
Na segunda-feira (22 de Novembro) a escola Pedro Eanes Lobato realizou o tradicional corta-mato escolar onde se vão apurar alguns alunos para o corta-mato concelhio (o nº de apurados depende dos participantes de cada escalão).
O corta-mato correu como planeado (tudo bem) e acabou por ser um dia diferente e feliz para todos os participantes.
O corta-mato correu como planeado (tudo bem) e acabou por ser um dia diferente e feliz para todos os participantes.
Natal
Coro de Natal
Está na hora de fazer a árvore de Natal
Ele vem aí
Uma pausa para recuperar forças...
E "tanam"...
terça-feira, 16 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
city of letters
Estava eu num sítio quase impossível, tudo era feito de letras: as árvores a dizer árvo no troco e re nas folhas, as casas a mesma coisa e tudo assim.
- Acho que já perceberam mais ou menos como é este lugar.
Eu fui continuando a caminhar pelo passeio feito de letras até que vi uma mercearia também ela feita de letras.
Entrei e perguntei:
- Sabe dizer que país é este?
- Já todas as pessoas sabem o nome deste país. Este país tem o nome de “city of letters”.
- Obrigado e um bom dia.
Eu fui-me embora da mercearia e fui para um hotel também ele feito de letras.
Fiquei lá uns tempos, para poder ir procurar uma pequena casa e baratucha, afinal não é só cá que está em crise na “city of letters” também lá se estava em crise.
Procurei tanto que acabei por encontrar e fui para lá morar.
E a minha casa foi feita com o meu nome todo:
Fábio Alexandre de Almeida Fouto, eu gostei imenso.
Até que um dia começou a desaparecer letras na “city of letters”, sobe a notícia quando passei pelo hotel que eu tinha estado inserido tinha caído porque desapareceu a letra H.
A mesma coisa aconteceu com a mercearia que tinha estado, mas aí desapareceu o M.
Fiquei em choque mas depois passou.
É por este motivo que o alfabeto tem que existir e por outros também.
- Acho que já perceberam mais ou menos como é este lugar.
Eu fui continuando a caminhar pelo passeio feito de letras até que vi uma mercearia também ela feita de letras.
Entrei e perguntei:
- Sabe dizer que país é este?
- Já todas as pessoas sabem o nome deste país. Este país tem o nome de “city of letters”.
- Obrigado e um bom dia.
Eu fui-me embora da mercearia e fui para um hotel também ele feito de letras.
Fiquei lá uns tempos, para poder ir procurar uma pequena casa e baratucha, afinal não é só cá que está em crise na “city of letters” também lá se estava em crise.
Procurei tanto que acabei por encontrar e fui para lá morar.
E a minha casa foi feita com o meu nome todo:
Fábio Alexandre de Almeida Fouto, eu gostei imenso.
Até que um dia começou a desaparecer letras na “city of letters”, sobe a notícia quando passei pelo hotel que eu tinha estado inserido tinha caído porque desapareceu a letra H.
A mesma coisa aconteceu com a mercearia que tinha estado, mas aí desapareceu o M.
Fiquei em choque mas depois passou.
É por este motivo que o alfabeto tem que existir e por outros também.
Autor: Fábio Fouto
Vamos lutar !!!
A personificação ou prosopeia (prosopeia ou prosopopeia, no Brasil) é uma figura de estilo que consiste em atribuir a objetos inanimados ou seres irracionais sentimentos ou ações próprias dos seres humanos.
Dizer "está um dia triste" implica a atribuição de um sentimento a uma entidade que, de fato, nunca poderá estar triste mas cujas características (céu nublado, frio, etc) poderão conotar tristeza para o ser humano.
Nas fábulas, a personificação toma um sentido simbólico, onde a atribuição de determinadas características humanas a seres irracionais segue determinadas regras determinadas pelo contexto socio-cultural do autor: os leões passam a ser corajosos (ou fanfarrões, como na fábula do leão e do rato, de Esopo); as raposas tornam-se astutas (ou desdenhosas); as características dos materiais passam a conotar o caráter humano ou o seu estatuto em termos de poder (forte ou frágil, como na fábula da panela de ferro e da panela de barro).
É uma figura de estilo frequentemente utilizada na literatura infanto-juvenil, ao permitir rasgos de fantasia que a literatura para adultos nem sempre permite, ainda que a ela recorra frequentemente (por exemplo, no realismo mágico sul-americano ou em contos e novelas como emO Gato Malhado e a Andorinha Sinhá de Jorge Amado ou História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda - que funcionam como fábulas modernas e que, tal como em O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry, esbatem as fronteiras entre o que é literatura para adultos ou literatura para crianças).
Exemplos de personificação:
"O Gato disse ao Pássaro que tinha uma asa partida."
"O Vento suspirou e o Sol também."
"A Cadeira começou a gritar com a Mesa."
"O morro dos ventos uivantes"
"O Sol amanheceu triste e escondido."
"A Bomba atômica é triste, Coisa mais triste não há Quando cai, cai sem vontade" (Vinícius de Morais)
" A lua beijava a face do lago adormecido "
"O fogo dançava com a chuva"
Gifito - Gifs, Emoticons e Papel de Parede.
ão,ão
Gifito - Gifs, Emoticons e Papel de Parede.
Onomatopéia é uma figura de linguagem na qual se reproduz um som com um fonema ou palavra. A forma adjetiva é onomatopaico. Ruídos, gritos, canto de animais, sons da natureza, barulho de máquinas, o timbre da voz humana fazem parte do universo das onomatopeias. Por exemplo, para os índios tupis tak e tatak significam dar estalo ou bater e tek é o som de algo quebrando. As onomatopeias, em geral, são de entendimento universal. Geralmente, as onomatopeias são usadas em histórias em quadrinhos, muitas dessas onomatopéias são derivadas de verbos da língua inglesa. Nos mangás, as onomatopeías ou giseigos 擬声語 (em japonês: giseigo?) fazem parte da arte, no Brasil as editoras brasileiras deixam as onomatopeias ou em Hiragana e Katakana e no rodapé da página colocam legendas com a tradução.[4] Nos EUA, a Shonen Jump local adapta essa onomatopeia.
domingo, 7 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O desaparecimento das vogais.
Certo dia, um dia normalíssimo igual a todos os outros, pensava eu, aconteceu uma coisa estranhíssima. Algo estava errado, só não sabia se era comigo ou com toda a gente.
As letras estavam a desaparecer!!! Estaria eu a precisar de óculos? O recado que a minha mãe me deixara no frigorífico dizia o seguinte:
"flh st hmbrgrs n frgrfc pr lmç".
- Que coisa tão estranha, será isto algum jogo de pistas ou a minha mãe enlouqueceu ?
Ignorei o recado e fui tomar o pequeno-almoço. Dentro do frigorífico havia: grt de mrng, de bnn e de cc, se não fosse as imagens dos frutos não saberia qual escolher. Estava tão baralhado que resolvi sair para a rua, precisava de falar com alguém e perceber o que estava a acontecer. Na rua as pessoas estavam revoltadas e diziam :
- Já nos tiraram os abonos, não nos podem tirar as vogais!!!
Outros diziam :
-Como é que nos vamos entender?!!! As letras são muito importantes para podermos comunicar!!!
Fiquei intrigado com a situação e fui investigar.
Este assunto teria que ser tratado pessoalmente pois por escrito, ninguém iria entender uma palavra que fosse. Pensei que alguém pudesse estar associado ás letras. Fui ter com a ministra da educação, mas esta estava desesperada á procura das vogais. Resolvi então ir ter com a ministra da cultura e qual não foi o meu espanto ao encontrar o A e o I á porta do ministério.
Perguntei-lhes o que faziam ali e porque é que tinham desaparecido ? As vogais responderam :
- Estamos de greve!!!
- De greve?- perguntei eu - Porquê?
- Nós o abecedário reunimos e decidimos fazer greve,porque estamos contra o acordo ortográfico!
Foi então que eu lhes disse :
-Vocês até podem ter razão, mas assim estão a prejudicar muita gente que precisa de vocês, o Mundo está "virado de pernas para o ar". Ninguém se entende pois a leitura e a escrita é uma das formas mais importantes da comunicação.
- Mas não temos outra forma de nos fazer-mos ouvir - disseram elas.
De repente tive uma ideia.
Talvez se fosse-mos nós os humanos a protestar por elas,elas voltassem. Expus a minha ideia e elas concordaram
Organizei uma manifestação onde toda a gente e desta vez as vogais também tiveram presente.
Os cartazes diziam :
"Não queremos o acordo!!!!!!!!!!
Gonçalo Cavaco
As letras estavam a desaparecer!!! Estaria eu a precisar de óculos? O recado que a minha mãe me deixara no frigorífico dizia o seguinte:
"flh st hmbrgrs n frgrfc pr lmç".
- Que coisa tão estranha, será isto algum jogo de pistas ou a minha mãe enlouqueceu ?
Ignorei o recado e fui tomar o pequeno-almoço. Dentro do frigorífico havia: grt de mrng, de bnn e de cc, se não fosse as imagens dos frutos não saberia qual escolher. Estava tão baralhado que resolvi sair para a rua, precisava de falar com alguém e perceber o que estava a acontecer. Na rua as pessoas estavam revoltadas e diziam :
- Já nos tiraram os abonos, não nos podem tirar as vogais!!!
Outros diziam :
-Como é que nos vamos entender?!!! As letras são muito importantes para podermos comunicar!!!
Fiquei intrigado com a situação e fui investigar.
Este assunto teria que ser tratado pessoalmente pois por escrito, ninguém iria entender uma palavra que fosse. Pensei que alguém pudesse estar associado ás letras. Fui ter com a ministra da educação, mas esta estava desesperada á procura das vogais. Resolvi então ir ter com a ministra da cultura e qual não foi o meu espanto ao encontrar o A e o I á porta do ministério.
Perguntei-lhes o que faziam ali e porque é que tinham desaparecido ? As vogais responderam :
- Estamos de greve!!!
- De greve?- perguntei eu - Porquê?
- Nós o abecedário reunimos e decidimos fazer greve,porque estamos contra o acordo ortográfico!
Foi então que eu lhes disse :
-Vocês até podem ter razão, mas assim estão a prejudicar muita gente que precisa de vocês, o Mundo está "virado de pernas para o ar". Ninguém se entende pois a leitura e a escrita é uma das formas mais importantes da comunicação.
- Mas não temos outra forma de nos fazer-mos ouvir - disseram elas.
De repente tive uma ideia.
Talvez se fosse-mos nós os humanos a protestar por elas,elas voltassem. Expus a minha ideia e elas concordaram
Organizei uma manifestação onde toda a gente e desta vez as vogais também tiveram presente.
Os cartazes diziam :
"Não queremos o acordo!!!!!!!!!!
Gonçalo Cavaco
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)