LED Text Scroller
tter Graphics, Glitter Pics" border="0" />
Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

João e o pé de feijão - "Mas onde está o U "

No, campo viviam, João e a mãe. Não tinham dinheiro
mas viviam felizes a tratar do campo e dos animais deles. Certo dia, a mãe esteve doente e por isso, disse a João para vender o boi deles, para comprar os medicamentos. A caminho do mercado, João tinha à frente o velho interessado no boi e em troca, João teve o feijão do velho. João não teve em conta os medicamentos. Ao João chegar a casa, a mãe, ao ver o feijão em vez de dinheiro, esteve zangada e pôs o feijão lá fora atirando-o. Ao acordar, João esteve a ver lá fora, o feijoeiro gigante do velho. Ele esteve a vestir-se rapidamente e foi lá fora. João esteve a elevar-se até lá acima e esteve a olhar a fada, estava a dar-lhe o saco dela. Ele disse:
- Obrigado. - e foi-se elevando
elevando
elevando
até chegar lá acima. Lá em cima estava o gigante a ordenar a galinha preta a dar ovos de pedras preciosas. O João, aproveitando a distracção do gigante, pôs a galinha no saco. Foi lá para baixo. O gigante, foi tirar a galinha ao João mas ele já tinha cortado o feijão. Desde então, não passaram maisfome nas vidas deles.


Ass.: Ruben Cavaleiro 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Mais um texto sem usar a letra u , mas agora da Rapossa e da cegonha

A raposa e a cegonha tinham boas relações e pareciam ser boas amigas. Certo dia, a raposa convida a cegonha para jantar e, por brincadeira, coloca na mesa a sopa, no prato mais raso de todos!
A cegonha sai de casa da raposa com tanta fome! Decide, por isso, vingar-se. E então convida a raposa para jantar e ela aceita.
Ao sentarem-se à mesa, o jantar estava dentro de dois jarros altos, de pescoço comprido e boca estreita! Neles, a raposa não podia colocar o focinho! Só se safava a lamber a parte externa da jarra! E a cegonha disse:
-Não me arrependo de nada! assim sentiste no próprio estômago, exactamente como me senti ontem!

                                                                                                                            Mariana 

texto de sentimentos... e também com preposições

De amor
Para o terror,
Por dedicação
Perante a solidão!
Antes amar
Do que odiar

Com amor
Sem temor

Sobre as tuas mãos
Coloco meu coração

Após a destruição
Vem a compaixão




Selma

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Os Músicos de Bremen (não é este o titulo) ... Sem a letra U

a b c d e f g h j k l m n o p q r s t u v w x y z


Longos anos trabalhara para o moleiro, transportando pesados sacos de grão! Mas agora estava velho e cansado e o dono jamais lhe voltara a dar de comer, pois pensara que o asno não lhe serviria para mais nada!
Porém, o asno não tencionava morrer à fome e pensara escapar.
"Irei para Bremen, a cidade dos bateristas, dos cantores...Já não posso trabalhar, mas posso tocar!"
Ao longo do caminho, dera de caras com o cão desanimado e cansadíssimo!
-Conta lá...Tanto desânimo...Diz-me depressa, a razão.
-O patrão acha-me velho, para a caça. Ambiciona matar-me!
-"Irei para Bremen, irei ser actor", disse-lhe o asno, "vem daí comigo e assim formaremos a grande banda!"
-A ideia é linda - disse o cão. E os dois lá vão a caminho de Bremen. Três horas depois, encontraram o gato com os olhos cheios de lágrimas.
-"Conta lá a razão dessa tristeza!"
-A dona acha-me velho e já não consigo apanhar ratos, por isso a minha dona quer afogar-me!"
-"Vem para Bremen connosco"- propôs o asno.
-" Tocarei gaita-de-foles, o cão tocará tambor e o gato estará nas maracas!"
O gato adorara a ideia. Mais adiante, viram o galo , ele estava a gritar em cima da cerca.
-"Ora diz-me o motivo de tanta aflição?"
-Eles acham-me velho e, no domingo, vão assar-me no forno"- disse o galo, aflito.
-"Vem para Bremen connosco"- propôs-lhe o asno. "Tens bela voz e nós sabemos tocar. Formaremos a grande banda!"
O galo adorara a ideia.
Mas a cidade ainda era distante e a noite já começara a cair.
Cansados e esfomeados, resolveram abrigar-se. Ao lado da estrada, havia a tal casa, certamente abandonada, mas tinha a janela do canto a brilhar!
O asno devagar aproximara-se da janela e… Estava lá o bando de ladrões, “o Assaltante”, sentados à volta da cama cheia de comida.
Resolveram inventar o grande plano.
O cão trepara para o dorso do asno, o gato para o pescoço do cão e o galo saltara para cima do gato.
Com o asno a comandar, começaram todos a cantar e, com apenas a táctica do salto, entraram na casa, partindo a janela.
Apercebendo-se do terrível estrondo, os ladrões pensaram:

- O monstro das lendas!!! Escaparam apavorados, deixando para trás a mesa com tantos doces!
Os amigos pregaram-lhes boa partida. O plano realizara-se na perfeição!
Comeram tanto… pensar na viagem para Bremen, nem pensar… e permaneceram felizes e contentes na casa abandonada à beira da estrada o resto das vidas!



Gonçalo Cavaco.
                 




Ass: Gonçalo Cavaco

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

city of letters

Estava eu num sítio quase impossível, tudo era feito de letras: as árvores a dizer árvo no troco e re nas folhas, as casas a mesma coisa e tudo assim.
- Acho que já perceberam mais ou menos como é este lugar.
Eu fui continuando a caminhar pelo passeio feito de letras até que vi uma mercearia também ela feita de letras.
Entrei e perguntei:
- Sabe dizer que país é este?
- Já todas as pessoas sabem o nome deste país. Este país tem o nome de “city of letters”.
- Obrigado e um bom dia.
Eu fui-me embora da mercearia e fui para um hotel também ele feito de letras.
Fiquei lá uns tempos, para poder ir procurar uma pequena casa e baratucha, afinal não é só cá que está em crise na “city of letters” também lá se estava em crise.
Procurei tanto que acabei por encontrar e fui para lá morar.
E a minha casa foi feita com o meu nome todo:
Fábio Alexandre de Almeida Fouto, eu gostei imenso.
Até que um dia começou a desaparecer letras na “city of letters”, sobe a notícia quando passei pelo hotel que eu tinha estado inserido tinha caído porque desapareceu a letra H.
A mesma coisa aconteceu com a mercearia que tinha estado, mas aí desapareceu o M.
Fiquei em choque mas depois passou.
É por este motivo que o alfabeto tem que existir e por outros também.
Autor: Fábio Fouto

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O desaparecimento das vogais.

  Certo dia, um dia normalíssimo igual a todos os outros, pensava eu, aconteceu uma coisa estranhíssima. Algo estava errado, só não sabia se era comigo ou com toda a gente.
  As letras estavam a desaparecer!!! Estaria eu a precisar de óculos? O recado que a minha mãe me deixara no frigorífico dizia o seguinte:
"flh st hmbrgrs n frgrfc pr lmç".
- Que coisa tão estranha, será isto algum jogo de pistas ou a minha mãe enlouqueceu ?
Ignorei o recado e fui tomar o pequeno-almoço. Dentro do frigorífico havia: grt de mrng, de bnn e de cc, se não fosse as imagens dos frutos não saberia qual escolher. Estava tão baralhado que resolvi sair para a rua, precisava de falar com alguém e perceber o que estava a acontecer. Na rua as pessoas estavam revoltadas e diziam :
- Já nos tiraram os abonos, não nos podem tirar as vogais!!!
Outros diziam :
-Como é que nos vamos entender?!!! As letras são muito importantes para podermos comunicar!!!
Fiquei intrigado com a situação e fui investigar.
Este assunto teria que ser tratado pessoalmente pois por escrito, ninguém iria entender uma palavra que fosse. Pensei que alguém pudesse estar associado ás letras. Fui ter com a ministra da educação, mas esta estava desesperada á procura das vogais. Resolvi então ir ter com a ministra da cultura e qual não foi o meu espanto ao encontrar o A e o I á porta do ministério.
Perguntei-lhes o que faziam ali e porque é que tinham desaparecido ? As vogais responderam :
- Estamos de greve!!!
- De greve?- perguntei eu - Porquê?
- Nós o abecedário reunimos e decidimos fazer greve,porque estamos contra o acordo ortográfico!
 Foi então que eu lhes disse :
-Vocês até podem ter razão, mas assim estão a prejudicar muita gente que precisa de vocês, o Mundo está "virado de pernas para o ar". Ninguém se entende pois a leitura e a escrita é uma das formas mais importantes da comunicação.
- Mas não temos outra forma de nos fazer-mos ouvir - disseram elas.
 De repente tive uma ideia.
Talvez se fosse-mos nós os humanos a protestar por elas,elas voltassem. Expus a minha ideia e elas concordaram
 Organizei uma manifestação onde toda a gente e desta vez as vogais também tiveram presente.
Os cartazes diziam :
"Não queremos o acordo!!!!!!!!!!  


Gonçalo Cavaco